
quinta-feira
Jornal do Commercio também sorteia "Rir ou Chorar"

Paraná On-line sorteia "Rir ou Chorar"

O site Paraná On-line, do jornal O Estado do Paraná, está sorteando cinco exemplares do meu livro "Rir ou Chorar", que desvenda os bastidores do cinema. Clique aqui e participe
quarta-feira
Click RBS e Hagah sorteiam "Poesia não vende"
O doce pecado
Oh! Que lindo, mais belo, pecado
O pecado que me faz sonhar
Sonhar com o mais lindo e belo pecado.
Clique aqui e leia o restante deste poema na minha coluna do Acontecendo Aqui
Capítulo 05 – O Homem de 40 anos
O que se viu a partir daí foi um senhor, de 40 anos, apoiando-se na bengala, ao caminhar até a porta para permitir a passagem do Capitão. De saúde frágil – como se pôde ver – o homem pronunciou a frase “Entre, estava esperando por você” com uma certa dificuldade, mas conseguiu dar ênfase à palavra “você”, o que assustou ao Capitão logo de imediato. Quer ler a continuação? Clique aqui
domingo
sábado
Correio Braziliense sorteia "Rir ou Chorar"

O Correio Braziliense está sorteando 03 exemplares do meu livro "Rir ou Chorar", que desvenda os bastidores do cinema brasileiro. Clique aqui e concorra
Ricardo Zimmer: momento relax
quinta-feira
Tirando dúvida do leitor
Caro Robson, vou dar algumas dicas, mas antes proponho um exercício: comece a descrever uma cena qualquer em detalhes, algo de seu cotidiano. Um exemplo: o que a sua casa tem de diferente? O que você gosta de fazer nela? Você tem animais de estimação, costuma brincar com eles em casa? Escreva sobre isso. Depois, repita esse exercício descrevendo uma cena que está ocorrendo na rua. Para isso, converse com as pessoas, faça pequenas entrevistas e vá em frente: coloque tudo no papel. Pronto, agora você já pode começar a escrever o livro.
Mas, antes de pensar na história, reserve uma parte do seu tempo para fazer uma ampla pesquisa, todos os dias, sem pressa. É preciso ter disciplina e dedicação total. Tranque a porta de seu quarto, não atenda o telefone, não brinque no computador. Pense apenas em ler e absorver conteúdo. É preciso ter muito conhecimento, antes de iniciar uma obra.
Depois de concluir essa fase, escreva sem a pretensão de concluir a obra, escreva com motivação e entusiasmo. Esqueça o tal esqueleto e escreva simplesmente por escrever. Comece descrevendo uma cena, tal como você fez nos dois exercícios. Depois, apresente o personagem principal, descreva as características dele. Deixe a coisa fluir, deixe o personagem conduzir a história.Concentre-se, tenha calma e vá em frente! Nunca se desespere.
terça-feira
Mistérios em Floripa - Capítulo 04 – O cara
Um homem de 40 anos? Teria sido ele o assassino do atacante do Avaí? Mas, qual seu nome? Por que ele, afinal, tinha um rifle? O Capitão ficou com essas perguntas vagando em sua mente, como um trem desgovernado prestes a cair. O destino não era certo, nem a passagem era validada. Mas, a essa altura, não perderia nada em arriscar. E, pensando assim, o fez, diretamente ao dono da loja:
Quer ler a continuação? Clique aqui
domingo
sexta-feira
Meu computador pifou!
Por Rodrigo Capella*
Posso admitir, com toda a certeza, que a tecnologia me domina e me confere um certo status de dependência. Esta semana, meu computador pifou e fiquei sem atualizar, com frequência, meu blog, fotolog, myspace, facebook, Blip.fm, orkut e (a onda do momento).... Twitter.
Nossa! Eu diria há meses atrás. Mas, agora não recito. Essas tecnologias, para mim, são básicas como o pão. Se como, é porque gosto do sabor.
E olha que sempre comi muito delas. Mas, a falta do contato com a tecnologia nos permite interpretações, muitas sadias: por que dependo do computador? Vivo sem ele? E se ele morrer?
Pensamento puro de paternidade, mas sábio! Sábio até certo ponto: consigo produzir sem o teclado? Comunico-me sem MSN? Envio carta e não e-mail? Caramba! Pois, é. E assim, na dúvida cretina, caminha a humanidade.
(*) Rodrigo Capella é escritor, poeta, roteirista e palestrante. Autor de vários livros, entre eles “Transroca, o navio proibido”, que está sendo adaptado para o cinema. Mais informações: www.rodrigocapella.com.br
quinta-feira
2ª Feira Catarinense do Livro
quarta-feira
Quem quer ser um milionário?
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segunda-feira
domingo
Leleco morreu!! Leia Chapter 03!!
Quer ler a continuação? Clique aqui
sábado
O que é melhor: ler ou ir à praia?
Por Rodrigo Capella*
No Brasil todo, as próximas feiras do livro se aproximam. Algumas serão realizadas em maio, provavelmente, sob o sol. O que nos dá um panorama interessante: livro versus praia. O que é mais importante para a construção humana? O que é mais importante para a nossa vida?
Sem dúvida, os livros! Digo isso, com absoluta certeza. Como dizia o grande poeta, um País se faz com livros. E eu acrescento: um País se faz com homens que leem livros, que pesquisam e que têm a necessidade de absorver novos conteúdos.
Faço aqui, portanto, um pedido: não deixem de visitar as Feiras do Livro. Será um espaço único para refletirmos, conversamos e trocarmos experiências. É um evento bom para os escritores, mas também para os leitores.
Afinal, sem os versos e diálogos literários, obras grandiosas jamais existiriam e se perderiam em seu princípio. A literatura está totalmente enraizada no contexto artístico e fortalece qualquer tipo de expressão. A literatura estimula as viagens, a busca de conhecimentos e a auto-superação.
Infelizmente, nas escolas, a literatura não vem sendo utilizada da forma adequada. Repito o que já disse algumas vezes, mas que até agora não deram a devida atenção: a primeira solução é, sem dúvida alguma, a adoção do conceito de “letramento poético”, ou seja, já nos primeiros meses de aprendizado as crianças têm contato com a poesia e, aos poucos, vão fazendo atividades a partir de um verso literário, tais como desenhos, pequenas frases e, mais tarde, no decorrer da adolescência, pequenas peças teatrais.
Outra medida é promover uma “educação poética” nos lares brasileiros. As atuais gerações já estão perdidas. Temos que apostar nas futuras. Os adultos devem incentivar a leitura de poesia nos lares, através de leitura coletiva, de atividades diferenciadas. Uma terceira medida é uma reformulação da grade curricular. O professor chega pro aluno e diz: “Pessoal, semana que vem tem prova desse livro de poesia. Estudem!”.
Isso é chato pra caramba. Ninguém merece. O professor deve incentivar a leitura e não obrigar o aluno a ler um livro. O que vai fazer o aluno? Vai jogar videogame. Tá tudo errado! Nas feiras literárias, portanto, temos a oportunidade de, através de brincadeiras e conversas com os leitores, reverter esse quadro e de mostrar que a litertura pode ser algo realmente agradável e grandioso.
(*) Rodrigo Capella é escritor, poeta e palestrante. Autor de vários livros, entre eles “Transroca, o navio proibido”, que será adaptado para o cinema pelo diretor Ricardo Zimmer. Mais informações: www.rodrigocapella.com.br
sexta-feira
Como publicar um livro?
Continua imensa a quantidade de e-mails que venho recebendo com essa pergunta. Por isso, vou respondê-la detalhadamente e de uma vez por todas. Atenção: pegue um lápis, um bloco de anotações e vamos em frente. Inicialmente, é preciso saber que, no Brasil, existem dois tipos de editoras: comercial e prestadora de serviço. Uma editora comercial patrocina o seu projeto (leia-se livro) e investe em divulgação e marketing para vender o maior número de exemplares possíveis.
Bem Paraná sorteia "Rir ou Chorar"

O portal paranaense "Bem Paraná" está sorteando dois exemplares do meu livro "Rir ou Chorar". Para participar, clique aqui
quarta-feira
A morte de Leleco
Em poucos segundos, a gritaria da Ressacada se silenciou. Os torcedores buscavam uma resposta para o ocorrido e não conseguiam acreditar que Leleco havia sido baleado. Rapidamente, a partida foi interrompida com três apitos e a ambulância invadiu o campo, quase cantando pneu. Optaram por não utilizar a maca, afinal era completamente dispensável.
Qual a vantagem dos blogs?
A Internet é uma ferramenta que ajuda os poetas a lutarem contra um grande complô que existe contra a poesia. Um jovem escritor vai à uma editora com os originais do livro e logo escuta do editor: “meu rapaz, desista, poesia não vende. Eu não vou publicar isso”. Percebe-se, então, que “poesia não vende” já virou jargão no mercado editorial. Ainda tem mais: os poucos livros de poesia que chegam às livrarias ficam escondidos em estantes e o público não os encontra. Se não encontra, não compra. O ciclo volta para a editora, que diz: “poesia não vende”. Fora isso o poeta se esconde muito na gaveta, tem medo de conversar com o público. A Internet, o ajuda a se expressar e ter mais contato com os leitores. Desta forma, os blogs, hoje em dia, são fundamentais para espalhar ideias, pensamentos e atitudes literárias. Com a Internet, o autor tende, a todo custo, lutar contra o complô. E mais: tem um espaço ilimitado. Afinal, o verdadeiro poeta é aquele que escreve com prazer, que lê bastante e, principalmente, tem um blog, atualizado diariamente. Esse é o princípio básico de todo poeta. É assim que ele pode reverter o cenário alarmante que temos: os brasileiros lêem pouco!! Blogs, Flogs, e Sites podem, então, ser instrumentos para educar. Afinal, essas ferramentas tornam a leitura mais alegre, reflexiva e interessante. Para quem tem preguiça de ler, o blog, flog e os sites são uma opção muito saudável. Eles têm interatividade, ótimo conteúdo e informações cotidianas que levam qualquer pessoa a uma reflexão sobre a importância da vida e da poesia. Em suma, quem tem acesso a essas ferramentas, certamente será uma pessoa mais comunicativa e de bem com a vida. Quer apostar?
(*) Rodrigo Capella é escritor, palestrante e poeta. Autor de vários livros, entre eles "Enigmas e Passaportes", que está sendo adaptado para o cinema pelo diretor Ricardo Zimmer. Mais informações: www.rodrigocapella.com.br
terça-feira
Dica de teatro sorteia "Poesia não vende'

O site "Dica de Teatro" está sorteando quatro exemplares do meu livro "Poesia não vende". Quer participar? Clique aqui
Novo Sorteio
O site "De olho na Ilha" está sorteando dois exemplares do meu livro "Rir ou chorar", que desvenda os bastidores do cinema. Para concorrer, clique aqui segunda-feira
Concorra a exemplares de "Rir ou Chorar"

Concorra a exemplares de "Poesia não vende"

Quem matou Leleco?
Eu e Colombo

sexta-feira
Mistérios em Floripa
Sou o novo colunista do site De Olho Na Ilha, no qual assinarei a coluna "Mistérios em Floripa". Floripa será palco de uma história de ficção: uma grande aventura policial, com assassinato, detetive e enigma. Quer saber mais? Acesse, aqui Gente e contos eróticos

Marcos Espindola sorteia "Rir ou Chorar"

quinta-feira
Guia Floripa sorteia "Rir ou Chorar"

quarta-feira
De olho na A Cabana
domingo
Desintoxicação se faz preciso – e como!

Esqueça, por um momento, todas as tradições indianas e tente não se influenciar com a novela “Caminho das Índias” (TV Globo). Esta coluna convida você a conhecer uma outra Índia – totalmente diferente daquela a que você está acostumado a ver. Por isso, uma desintoxicação se faz preciso – e como!
Tente também não prejulgar e não comparar os elementos que serão apresentados aqui – deixe isso por conta do autor da coluna. Mas, atenção: abra sua mente e deixa-a livre para assimilar e armazenar informações modernas, como as trazidas, por exemplo, no livro “Sua resposta vale um milhão”, o primeiro do indiano Vilkas Swarup.
Nesta bela obra, traduzida para 37 países antes mesmo da premiação no Oscar – melhor roteiro adaptado -, é narrada a história de um indiano pobre que se consagra ao responder perguntas de um programa televisivo. O diferencial do livro está justamente na condução da história de Swarup: o jovem indiano viaja por cidades e protagoniza momentos – bons e ruins -, que o ajudam e muito a responder as questões.
Já no filme “Quem não quer ser um milionário?”, baseado no livro sob a direção de Danny Boyle, a miséria e pobreza mostradas na obra impressa são acentuadas, com cenas que retratam o cotiano das pessoas que habitam favelas. A opção é justificada: o direto inglês sempre gostou de causar polêmicas e de aumentar algumas delas. É dele, por exemplo, o filme “Trainspotting” (1996), que narra a vida de um grupo viciado em heroína. Durante o lançamento do longa, Boyle foi acusado de promover o sua das drogas e foi recriminado por autoriadades, incluindo o então senador Bob Dole.
O fato é que as palavras e atitudes adversárias não abalaram Boyle. Em “Quem não quer ser um milionário?”, alguns outros aspectos são destacados, como a violência. Ganha mais importância, por exemplo, o fato de adultos maltratarem algumas crianças, feriando-as, já que as deficientes tinham mais chance de obter esmola nas ruas. O personagem principal – o jovem indiano – poderia ter este fim, mas foi salvo a tempo pelo irmão.
Ao optar por uma abordagem como esta, Boyle faz de “Quem não quer ser um milionário?” um filme sobre destino, destacando que o jovem estava predestinado ao sucesso, enquanto o livro de Swarup foca em sorte e consequência, ou seja, o fato do protagonista saber as respostas foi um mero acaso. Afinal, o rapaz não é culto e só armazenou o conhecimento necessário para triunfar porque vivenciou cada uma das respostas.
Há outros elementos que também estão em choque: na obra impressa, por exemplo, trechos da guerra entre Índia e Palestina são mostrados com uma certa riqueza. Já no filme, eles simplesmente não aparecem. Abordagem diferenciada ou falta de dinheiro para narrar este aspecto no filme? Difícil de se dizer, mas de Boyle pode-se esperar tudo. Nada do que ele faz é inconsciente ou prematuro, tudo tem um porque e merece ser respeitado.
Afinal, Boyle dirigu nada menos do que “Sunshine” (2007), longa que prevê o desaparecimento do Sol em 2057 e o fim de toda uma humanindade. A última esperança é uma nave especial que tem uma bomba atômica e poderá revitalizar o Sol. Alguém quer embarcar? Eu não recomendo!
(*) Rodrigo Capella é escritor, poeta, jornalista e palestrante. Autor de vários livros, entre eles “Transroca, o navio proibido”, que está sendo adaptado para o cinema pelo diretor Ricardo Zimmer. Mais informações: www.rodrigocapella.com.br
quarta-feira
"Acontecendo Aqui" sorteia 3 exemplares de "Rir ou chorar"

O site "Acontecendo Aqui", de Floripa, também está sorteando o meu livro "Rir ou chorar", que desvenda os bastidores do cinema brasileiro. Para concorrer a um dos três exemplares, acesse aqui
terça-feira
sexta-feira
Sorteio no Portal Terra - Concorra!!!

quarta-feira
A maior do Orkut

terça-feira
The Oscar goes to....
Para acompanhar os vencedores do Oscar, nada melhor do que a versão original. Não deixe de assistir o compacto "The Road to the Oscars". Clique aqui Destaque para "Slumdog Millionaire", vencedor de melhor roteiro adaptado. Confira!quinta-feira
Parceria e diversos projetos

sábado
Inception and Batman
quarta-feira
Novas imagens de Sherlock Holmes
sábado
Dicas para publicar um livro

sexta-feira
A MORTE É A SOLUÇÃO

terça-feira
Disputa na CBL


domingo
Ronaldo Esper é rosa
Como publicar um livro?

sábado
Mais uma comissão: e ressolve?
quinta-feira
DO CAPELLA

quarta-feira
Escritor: dom ou aprendizado?
segunda-feira
domingo
sexta-feira
quarta-feira
Livro, leitura e literatura: o grande Dia!!!!

Uma iniciativa louvável em um País onde a leitura é ignorada e o povo não se esforça para ler. Se algumas profissões bizarras têm Dia no calendário, o livro, a literatura e a leitura também merecem. Eis as datas:
Julho
Outubro
terça-feira
Essa é quente!!

segunda-feira
Rodrigo Capella no réveillon!!!
domingo
Duas novidades: My Space e Profissional Blog

My Space
http://www.myspace.com/rodrigo_capella
Blog Textual do Rodrigo Capella
http://blog.rodrigocapella.com.br/
sexta-feira
Eu doei sangue!!!!!!!!
quarta-feira
Yes, I have Delicius!
Amigos, entrei no Delicius. O que é isso???
Para acessar o meu, clique aqui e divirta-se
Mas, cuidado... Com o quê? Não sei...hehehe
segunda-feira
Ganhe Livros











