segunda-feira
domingo
Palestra e Bate-Papo em Pouso Alegre (MG)
Amigos, estive ontem (dia 10/05), em Pouso Alegre (MG), onde participei do II Salão do Livro Sul Mineiro, ministrando a palestra "Blog, poesia e dicas para se publicar um livro" e lançando o meu livro "Poesia não vende". Acompanhe:
Aproveitei, of course, para conhecer Pouso Alegre e me deparei com uma cidade repleta de árvores, cavalos e praças. Conheci, pela primeira vez na minha vida, um restaurante com preço negativo. Para comer uma "canhoninha", pagava-se R$ - 0,70. Exatamente, menos R$ 70. Dá pra entender?? Olhe as fotos abaixo:
quinta-feira
Palestra e bate-papo

Dia 10/05 (próximo sábado), vou ministrar a palestra “Blog, poesia e dicas para se publicar um livro” no 2° Salão do Livro Sul Mineiro, em Pouso Alegre.
Dia 12/05 (próxima segunda-feira), também ministrarei a palestra “Blog, poesia e dicas para se publicar um livro”. Mas, dessa vez em Palmas, no 4º Salão Internacional do Livro de Tocantins.
Dia 13/05 (próxima terçca-feira), vou mediar o bate-papo entre o premiado cineasta Carlos Reichenbach e os alunos da Mega Cultural Films.
Dia 12/05 (próxima segunda-feira), também ministrarei a palestra “Blog, poesia e dicas para se publicar um livro”. Mas, dessa vez em Palmas, no 4º Salão Internacional do Livro de Tocantins.
Dia 13/05 (próxima terçca-feira), vou mediar o bate-papo entre o premiado cineasta Carlos Reichenbach e os alunos da Mega Cultural Films.
domingo
Palestra em Pouso Alegre (MG)

Amigos, no próximo sábado (dia 10/05), estarei em Pouso Alegre (MG). Vou ministrar a palestra “Blog, poesia e dicas para se publicar um livro”, durante o 2° Salão do Livro Sul Mineiro. Durante a palestra, eu vou dar algumas dicas e mostrar que ter o livro publicado não é uma tarefa tão difícil quanto parece.
Lançamento de "Rir ou Chorar" em Floripa: entrevistas e autógrafos
ENTREVISTAS:
No dia 02/05, participei de uma maratona de entrevistas. Fui na.....
No dia 02/05, participei de uma maratona de entrevistas. Fui na.....
quinta-feira
Entrevista e palestras: fotos e fotos
segunda-feira
Lançamento em Floripa (SC)

O escritor e poeta Rodrigo Capella vai lançar o seu quinto livro, chamado “Rir ou Chorar”, no dia 03 de maio, ás 15 horas, durante a Feira do Livro de Florianópolis, no Largo da Alfândega. A obra, que faz parte da Coleção Aplauso, comandada por Rubens Ewald Filho, desvenda os bastidores do cinema brasileiro e apresenta a biografia do premiado cineasta Ricardo Pinto e Silva, que já trabalhou em mais de vinte filmes ao lado de importantes atores e cineastas brasileiros.
O livro “Rir ou Chorar”, lançado pela Imprensa Oficial (R$ 15,00 e 256 páginas), traz, ao longo de suas páginas, histórias dos bastidores do cinema e situações hilárias com Paulo Betti, Vera Fischer, Ronnie Von, Ana Paula Arósio, entre muitos outros.
Palestra em São Paulo (SP)

Eu e o cineasta gaúcho Ricardo Zimmer, diretor de “Catarina”, vamos ministrar a palestra “Adaptações Cinematográficas”, no dia 28 de abril (segunda-feira), das 18h às 22h, na Mega Cultural Films, que fica na Rua Dr. Ernani Pereira, 98, Vila Nova Conceição. Site: http://www.megaculturalfilms.com/ Compareça: é gratuito!!!!
sexta-feira
Quem foi?

Eu sei quem matou Isabella
Por Rodrigo Capella*
O caso da Isabella é mais um exemplo claro de como a literatura e a vida real se misturam. Morta, em São Paulo, há poucos dias, a menina foi asfixiada ou estrangulada? Morta pelo pai, madrasta ou por outra pessoa? Quem teria cortado a rede da janela? São respostas que a perícia ainda terá que responder, mas que, provavelmente, Sherlock Holmes já teria descoberto há muito tempo.
Estaria, então, a literatura mais avançada do que a vida real? Sem dúvida, ou vai me dizer que você esqueceu do submarino, inventado por Julio Verne em suas histórias, e das criações de Da Vinci, que mais tarde viraram realidade? Se a literatura está mais avançada, então, de que forma ela poderia ajudar no caso da Isabella?
De muitas formas. Casos como esse são muitos comuns em nossa literatura, nacional e estrangeira, sem tirar, nem pôr. Eu, por exemplo, já li muitas histórias desse gênero e posso afirmar que o assassino age da mesma forma, esconde as armas no mesmo local e sabe como alterar a cena do crime. Se me pedissem um palpite, eu diria, baseado nos livros e em conversas que tive com peritos, que eu sei quem matou Isabella. E mais: sei como tudo ocorreu.
Trata-se de um típico caso de morte acidental, na qual uma pessoa perde o equilíbrio entre razão e emoção. Na literatura, assim como na vida real, não faltam casos: Jack, um banqueiro famoso, chega em casa cansado e observa o pequeno Philip chorando e gritando. Jack, então, tenta acalmar Philip, mas não consegue. Desesperado, pega no pescoço dele, aperta com força e Philip morre. Mas, repare que, em nenhum momento, Jack teve a intenção de matar o pequeno Philip. Jack, então, se livra do corpo, sem pensar nas consequências.
Mas, e a rede da janela do quarto, quem poderia ter cortado? Holmes teria dito logo de início que o corte foi feito por um adulto. Afinal, uma criança cortaria perto do rodapé da janela e não no centro. E mais: quem tentou fazer o corte usou primeiro uma faca. Como não deu certo, optou por pegar uma tessoura. Teria uma criança pensado em utilizar tais instrumentos? Teria ela elaborado um plano tão munucioso? Holmes, certamente, diria que não.
E as pegadas encontradas na cama? Elas são fundamentais e revelam muita coisa, até mesmo peso, altura e, principalmete, atitude. A pessoa que cortou a rede estaria com pressa de se livrar do corpo? Seria uma atitude pensada ou essa foi a única forma encontrada para se livrar do corpo?
Asssim como na literatura, a vida tem muitos questionamentos, muitas indagações, e cabe a nós, detetives ou mero espectadores, buscar sempre a verdade, nem que essa verdade esteja nos livros. Um caso como esse mostra, sem dúvida, que a literatura é importante e que, como a perícia utiliza métodos de dedução, ela se torna cada vez mais fundamental. Afinal, quem lê desenvolve a criatividade, amplia os horizontes e é mais sensível para captar elementos, que tericamente estão ocultos.
Mas, afinal quem matou Isabella? Holmes teria, logo de início, dois suspeitos e, só depois de juntar todas as pistas, é que revelaria o nome. A cautela, como se sabe, faz parte de seu método investigativo, asssim como a simplicidade e a persistência. E em casos como o de Isabella, a persistência se faz mais do que necessária. Mas, não a ponto de se visitar sete vezes o local do crime para realizar a perícia. Holmes diria que três vezes são mais do que suficiente.
Na literatura, é comum haver um cúmplice, que por amor, oculta provas e faz de tudo para proteger a sua alma gêmea. Na história da vida real, isso também ocorre e é facilmente descoberto. Afinal, o amor por uma pessoa nunca é maior do que o amor pelo próprio filho, embora muitas vezes pareça.
Mas, e a Isabella? Quem a matou? Não posso contar. Se fizesse isso, certamente teria que depor e enfrentar uma série de perguntas cansativas. Se o depoimento do pai e da madrasta levou mais de seis horas, o meu levaria no mínimo doze. Iam me acusar de ser cúmplice e de ocultar informações. Mas, o fato é que está tudo muito óbvio: Sherlock Holmes descobriria tudo bem rápido.
O fato é que estão todos evitando dizer o óbvio porque não querem cometer mais um engano. Lembra-se do “Caso Escola de Base”? Quando diretores de uma escola foram acusados erroneamente de terem assediado sexualmente algumas crianças? Pois, é, querem evitar que isso ocorra novamente. Mas, fique tranquilo: assim como na literatura, os casos da vida real só são esclarecidos nas últimas páginas, embora, a maioria tenha uma solução óbvia.
(*) Rodrigo Capella é jornalista, escritor e poeta. Autor de vários livros, entre eles “Rir ou chorar” e “Transroca, o navio proibido”, que está sendo adaptado para o cinema pelo diretor Ricardo Zimmer. Informações: http://www.rodrigocapella.com.br/
Por Rodrigo Capella*
O caso da Isabella é mais um exemplo claro de como a literatura e a vida real se misturam. Morta, em São Paulo, há poucos dias, a menina foi asfixiada ou estrangulada? Morta pelo pai, madrasta ou por outra pessoa? Quem teria cortado a rede da janela? São respostas que a perícia ainda terá que responder, mas que, provavelmente, Sherlock Holmes já teria descoberto há muito tempo.
Estaria, então, a literatura mais avançada do que a vida real? Sem dúvida, ou vai me dizer que você esqueceu do submarino, inventado por Julio Verne em suas histórias, e das criações de Da Vinci, que mais tarde viraram realidade? Se a literatura está mais avançada, então, de que forma ela poderia ajudar no caso da Isabella?
De muitas formas. Casos como esse são muitos comuns em nossa literatura, nacional e estrangeira, sem tirar, nem pôr. Eu, por exemplo, já li muitas histórias desse gênero e posso afirmar que o assassino age da mesma forma, esconde as armas no mesmo local e sabe como alterar a cena do crime. Se me pedissem um palpite, eu diria, baseado nos livros e em conversas que tive com peritos, que eu sei quem matou Isabella. E mais: sei como tudo ocorreu.
Trata-se de um típico caso de morte acidental, na qual uma pessoa perde o equilíbrio entre razão e emoção. Na literatura, assim como na vida real, não faltam casos: Jack, um banqueiro famoso, chega em casa cansado e observa o pequeno Philip chorando e gritando. Jack, então, tenta acalmar Philip, mas não consegue. Desesperado, pega no pescoço dele, aperta com força e Philip morre. Mas, repare que, em nenhum momento, Jack teve a intenção de matar o pequeno Philip. Jack, então, se livra do corpo, sem pensar nas consequências.
Mas, e a rede da janela do quarto, quem poderia ter cortado? Holmes teria dito logo de início que o corte foi feito por um adulto. Afinal, uma criança cortaria perto do rodapé da janela e não no centro. E mais: quem tentou fazer o corte usou primeiro uma faca. Como não deu certo, optou por pegar uma tessoura. Teria uma criança pensado em utilizar tais instrumentos? Teria ela elaborado um plano tão munucioso? Holmes, certamente, diria que não.
E as pegadas encontradas na cama? Elas são fundamentais e revelam muita coisa, até mesmo peso, altura e, principalmete, atitude. A pessoa que cortou a rede estaria com pressa de se livrar do corpo? Seria uma atitude pensada ou essa foi a única forma encontrada para se livrar do corpo?
Asssim como na literatura, a vida tem muitos questionamentos, muitas indagações, e cabe a nós, detetives ou mero espectadores, buscar sempre a verdade, nem que essa verdade esteja nos livros. Um caso como esse mostra, sem dúvida, que a literatura é importante e que, como a perícia utiliza métodos de dedução, ela se torna cada vez mais fundamental. Afinal, quem lê desenvolve a criatividade, amplia os horizontes e é mais sensível para captar elementos, que tericamente estão ocultos.
Mas, afinal quem matou Isabella? Holmes teria, logo de início, dois suspeitos e, só depois de juntar todas as pistas, é que revelaria o nome. A cautela, como se sabe, faz parte de seu método investigativo, asssim como a simplicidade e a persistência. E em casos como o de Isabella, a persistência se faz mais do que necessária. Mas, não a ponto de se visitar sete vezes o local do crime para realizar a perícia. Holmes diria que três vezes são mais do que suficiente.
Na literatura, é comum haver um cúmplice, que por amor, oculta provas e faz de tudo para proteger a sua alma gêmea. Na história da vida real, isso também ocorre e é facilmente descoberto. Afinal, o amor por uma pessoa nunca é maior do que o amor pelo próprio filho, embora muitas vezes pareça.
Mas, e a Isabella? Quem a matou? Não posso contar. Se fizesse isso, certamente teria que depor e enfrentar uma série de perguntas cansativas. Se o depoimento do pai e da madrasta levou mais de seis horas, o meu levaria no mínimo doze. Iam me acusar de ser cúmplice e de ocultar informações. Mas, o fato é que está tudo muito óbvio: Sherlock Holmes descobriria tudo bem rápido.
O fato é que estão todos evitando dizer o óbvio porque não querem cometer mais um engano. Lembra-se do “Caso Escola de Base”? Quando diretores de uma escola foram acusados erroneamente de terem assediado sexualmente algumas crianças? Pois, é, querem evitar que isso ocorra novamente. Mas, fique tranquilo: assim como na literatura, os casos da vida real só são esclarecidos nas últimas páginas, embora, a maioria tenha uma solução óbvia.
(*) Rodrigo Capella é jornalista, escritor e poeta. Autor de vários livros, entre eles “Rir ou chorar” e “Transroca, o navio proibido”, que está sendo adaptado para o cinema pelo diretor Ricardo Zimmer. Informações: http://www.rodrigocapella.com.br/
domingo
Joinville (SC): bate-papo e lançamento do livro
Nesse sábado, estive na Feira do Livro de Joinville, em Santa Catarina, lançando o meu livro "Poesia não vende" e participando do bate-papo "Blog e poesia na Europa dá jogo" com os leitores. Veja abaixo algumas fotos tiradas com o meu celular:
Assinar:
Postagens (Atom)


























